Tudo escurece. Escurece.
Noite breve, são meus versos.
Ouço o que desejo.
Ouço o que não existe.
Beija-me, anjo demoníaco.
Cada aurora, te dou um fora:
vejo claro como sou.
Devoro o que sempre serei.
E aceito o banquete do que nunca existiu.