A lua flutua em mel de relógio.
Idiotas evaporam-se ao horizonte.
O riso é um momento no rio da memória.
A existência: cartas marcadas no escuro.
Controle é um jardim de pedras frias.
Nos céus, pó de estrelas extintas.
Deixo um dente sob o travesseiro da noite.
Na manipulação, desfiz-me em fumo.